Em janeiro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi em resposta a um pedido da Polícia Federal.
A autorização antecedeu a aprovação de um pedido semelhante pela CPMI do INSS. A votação na comissão, marcada por controvérsias, contou com protestos de parlamentares governistas que criticaram o formato simbólico da votação, sem registro individual de votos. Devido ao impasse, os trabalhos foram suspensos.
Carlos Viana, presidente da CPI, declarou que aqueles contrários aos requerimentos deveriam se manifestar de pé. Sete dos 31 parlamentares presentes se opuseram, resultando na aprovação das medidas. Além de Fábio Luís, foram autorizadas quebras de sigilo de uma empresária próxima ao investigado, uma ex-publicitária ligada ao PT e um ex-sócio do Banco Master.
A decisão judicial e as deliberações na CPMI intensificaram as disputas políticas, aumentando a tensão entre governistas e oposicionistas no Congresso Nacional.
Acompanhe o Ora Veja para mais notícias em tempo real.



