Crise política no RJ: estado terá quatro governadores em apenas um mês

Foto: Divulgação/Reprodução
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O estado do Rio de Janeiro enfrenta uma intensa instabilidade política, com a possibilidade de ter quatro governadores diferentes em apenas um mês. Até o fim de outubro, cinco pessoas distintas terão ocupado a cadeira no Palácio Guanabara.

Cláudio Castro (PL) deixou o cargo para evitar a inelegibilidade e foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder político nas eleições de 2022. Com isso, o desembargador Ricardo Couto assumiu como governador interino, representando o Judiciário no estado.

A linha sucessória foi afetada pela saída de Thiago Pampolha, antigo vice de Castro, que se tornou conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Em seu lugar, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacelar, deveria assumir, mas também foi cassado no julgamento do ex-governador.

A Assembleia Legislativa (Alerj) precisará realizar uma eleição interna para determinar um novo presidente, que então assumirá interinamente o governo estadual, substituindo Ricardo Couto. Em seguida, a Alerj terá que promover outra eleição indireta para escolher um governador provisório, que permanecerá até as eleições diretas de outubro.

Finalmente, no próximo mês, os eleitores do Rio de Janeiro votarão para eleger um novo governador, que completará essa sequência de mudanças na liderança do estado.


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