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A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50 e a chance de ganhar \u00e9 uma em 50.063.860. J\u00e1 a aposta m\u00e1xima, de 15 n\u00fameros \u2013 que custa R$ 22.522,50 \u2013 d\u00e1 uma chance de ganhar em 10.003.<\/p>\n\n\n\n
As apostas podem ser feitas at\u00e9 as 19h (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), nas lot\u00e9ricas credenciadas pela Caixa, em todo o pa\u00eds ou pela internet<\/a>.<\/p>\n","post_title":"Mega-Sena: Caixa sorteia hoje pr\u00eamio de R$ 8,5 milh\u00f5es","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"mega-sena-caixa-sorteia-hoje-premio-de-r-85-milhoes","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2022-04-23 11:50:09","post_modified_gmt":"2022-04-23 14:50:09","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/jornalocontexto.com.br\/?p=19439","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":18716,"post_author":"5","post_date":"2022-04-14 14:42:18","post_date_gmt":"2022-04-14 17:42:18","post_content":"As despesas com consumo final de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade no Brasil corresponderam a 9,6% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e produtos fabricados no pa\u00eds) em 2019, sendo 3,8% gastos do governo e 5,8% despesas das fam\u00edlias e de institui\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos a servi\u00e7o das fam\u00edlias (IFSL), totalizando R$ 711,4 bilh\u00f5es. As despesas de consumo do governo com sa\u00fade somaram R$ 283,61 bilh\u00f5es, enquanto as fam\u00edlias e as IFSL ficaram com R$ 427,8 bilh\u00f5es.\n\nA maior despesa por parte do governo foi identificada na sa\u00fade p\u00fablica (3,1%), enquanto da parte das fam\u00edlias o maior gasto ficou com a sa\u00fade privada (3,8%). Os dados s\u00e3o da pesquisa Conta-Sat\u00e9lite de Sa\u00fade, divulgada nesta quinta-feira (14\/04), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).\n\nEm 2010, o consumo final de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade representava 8% do PIB, sendo 4,4% de participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias e 3,6% do governo. Desde 2015, a participa\u00e7\u00e3o do setor sa\u00fade no PIB nacional se mant\u00e9m em n\u00edvel superior a 9% ao ano.\n\nEm compara\u00e7\u00e3o a 13 pa\u00edses selecionados da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), o Brasil \u00e9 o \u00fanico que apresenta maior percentual do consumo em sa\u00fade no PIB proveniente das fam\u00edlias e o segundo que det\u00e9m a menor participa\u00e7\u00e3o da despesa com sa\u00fade do governo como propor\u00e7\u00e3o do PIB, depois do M\u00e9xico (2,7%). As maiores despesas do governo com sa\u00fade no PIB s\u00e3o mostradas pela Alemanha (9,9%), Fran\u00e7a e Jap\u00e3o (9,3%, cada), Reino Unido (8%), Canad\u00e1 (7,6%) e Su\u00ed\u00e7a (7,5%).\n\nSegundo o estudo, a despesa per capita\u00a0do governo com consumo de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade alcan\u00e7ou R$ 1.349,60, em 2019, enquanto a despesa per capita\u00a0das fam\u00edlias e IFSL com sa\u00fade foi de R$ 2.035,60. Nas duas abordagens, foi registrado crescimento ao longo do tempo, desde 2010, quando o gasto p\u00fablico por habitante era de R$ 716,9 e das fam\u00edlias era de R$ 870,9.\n\nO principal gasto das fam\u00edlias com sa\u00fade foi com servi\u00e7os de sa\u00fade privada, que incluem despesas com m\u00e9dicos e planos de sa\u00fade. Essa despesa respondeu por 67,5% do total das despesas de consumo final de sa\u00fade das fam\u00edlias em 2019.\n\nExtens\u00e3o\n\nA Conta-Sat\u00e9lite de Sa\u00fade \u00e9 uma das extens\u00f5es do Sistema de Contas Nacionais que permite a elabora\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises sobre o perfil e a evolu\u00e7\u00e3o do setor de sa\u00fade, de forma compar\u00e1vel ao total da economia medido pelas Contas Nacionais. A pesquisa resulta de esfor\u00e7os interinstitucionais desenvolvidos com a Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA), a Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS) e o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.\n\nNo consumo final das fam\u00edlias\u00a0em 2019, o destaque foi para sa\u00fade privada (R$ 282,67 bilh\u00f5es) e medicamentos para uso humano (R$ 122,74 bilh\u00f5es), o que\u00a0correspondeu\u00a0a 29,3% das despesas com sa\u00fade das fam\u00edlias naquele ano. Do lado do governo, o produto de maior despesa foi a sa\u00fade p\u00fablica, com R$ 225,89 bilh\u00f5es. Os gastos com medicamentos distribu\u00eddos pelo governo totalizaram R$ 9,3 bilh\u00f5es (3,3% da despesa de consumo final com sa\u00fade do governo), em 2019, aponta a pesquisa.\n\nOs t\u00e9cnicos do IBGE observaram, contudo, que a despesa de consumo do governo n\u00e3o inclui os subs\u00eddios do Programa Farm\u00e1cia Popular, cujo objetivo \u00e9 fornecer \u00e0 popula\u00e7\u00e3o medicamentos a um custo menor que o de mercado. Em 2019, esse programa totalizou despesas de R$ 2,3 bilh\u00f5es, o que significa queda nominal de 17,2% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mesmas despesas efetuadas em 2017, quando atingiram o valor nominal m\u00e1ximo na s\u00e9rie de R$ 2,8 bilh\u00f5es.\n\nOscila\u00e7\u00e3o\n\nEm 2019, a participa\u00e7\u00e3o das atividades de sa\u00fade no total das remunera\u00e7\u00f5es alcan\u00e7ava 9,8%, contra 8,3% em 2010; a participa\u00e7\u00e3o das atividades de sa\u00fade no total de ocupa\u00e7\u00f5es somou 7,4%, em 2019, mostrando expans\u00e3o ante os 5,3% registrados em 2010.\n\nA pesquisa mostra que o consumo final de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade em termos de volume n\u00e3o vem se mantendo ao longo do conjunto de anos analisado, oscilando para cima ou para baixo em anos de crise econ\u00f4mica: em 2011, o consumo com sa\u00fade cresceu 3,6%, contra 4,3% do consumo n\u00e3o sa\u00fade (todos os demais bens e servi\u00e7os da economia).\n\nEm 2019, os aumentos foram de 1% e 2%, respectivamente. Considerando a varia\u00e7\u00e3o em volume do consumo em sa\u00fade das fam\u00edlias, os n\u00fameros obtidos em 2011 foram expans\u00e3o de 4,4%, para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade, e de 5,1% para bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade. Em 2019, a evolu\u00e7\u00e3o foi de 0,8% e 2,8%, respectivamente.\n\nA an\u00e1lise do lado do governo, por sua vez, mostra que o aumento do consumo com sa\u00fade foi de 2,7% para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade e de 2% para bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade, em 2011. Em 2019, houve varia\u00e7\u00e3o positiva de 1,3% para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade e queda de 0,9% para bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade.\n\nOs pesquisadores do IBGE chamaram a aten\u00e7\u00e3o que, na m\u00e9dia, para o per\u00edodo 2011\/2019, as varia\u00e7\u00f5es ao ano alcan\u00e7aram 1,7% e 1,2% para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade e bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade, respectivamente.\n\nImporta\u00e7\u00e3o\n\nA pesquisa revela que os produtos relacionados \u00e0 sa\u00fade tiveram baixa participa\u00e7\u00e3o no com\u00e9rcio exterior de bens e servi\u00e7os, correspondendo a apenas 0,8% da demanda total de exporta\u00e7\u00e3o e a 5,3% das importa\u00e7\u00f5es, em 2019. Nesse ano, a importa\u00e7\u00e3o de medicamentos para uso humano foi de R$ 28,3 bilh\u00f5es, ou o equivalente a 26,8% da oferta total desses produtos.\n\nAs importa\u00e7\u00f5es de farmoqu\u00edmicos (princ\u00edpios ativos usados na produ\u00e7\u00e3o de medicamentos) representaram 88,1% da oferta total em 2019, totalizando R$ 9,2 bilh\u00f5es. Outro grupo com participa\u00e7\u00e3o importante das importa\u00e7\u00f5es na oferta total foram outros materiais para uso m\u00e9dico, odontol\u00f3gico e \u00f3ptico, inclusive pr\u00f3teses, com 31,2%, em 2019 (R$ 5,7 bilh\u00f5es).\n\nEm 2010, o valor adicionado pelas atividades de sa\u00fade foi de R$ 202,3 bilh\u00f5es, correspondendo a 6,1% do valor adicionado bruto (VAB) total da economia. Em 2019, o valor adicionado bruto (VAB) das atividades de sa\u00fade foi de R$ 497,1 bilh\u00f5es, ou o equivalente a 7,8% do total da economia. O VAB \u00e9 uma medida de gera\u00e7\u00e3o de renda em cada atividade econ\u00f4mica, em um determinado per\u00edodo. O maior aumento de participa\u00e7\u00e3o foi registrado pela atividade sa\u00fade privada, que passou de 2,1% do VAB total da economia, em 2010, para 3,2%, em 2019. J\u00e1 a atividade sa\u00fade p\u00fablica manteve m\u00e9dia de participa\u00e7\u00e3o de 2,2% no VAB total da economia.\n\nOcupa\u00e7\u00f5es\n\nEm termos de ocupa\u00e7\u00f5es, as atividades relacionadas \u00e0 sa\u00fade, englobando fabrica\u00e7\u00e3o de produtos farmac\u00eauticos, fabrica\u00e7\u00e3o de instrumentos e material m\u00e9dico, odontol\u00f3gico e \u00f3ptico, e com\u00e9rcio de produtos farmac\u00eauticos, perfumaria e m\u00e9dico-odontol\u00f3gicos, tiveram expans\u00e3o de 49,2% entre 2010 e 2019, enquanto na sa\u00fade privada o aumento foi de 62,9%. J\u00e1 os postos de trabalho das atividades n\u00e3o sa\u00fade apresentaram evolu\u00e7\u00e3o de 5,7%.\n\nEntre 2011 e 2019, o crescimento acumulado das atividades de sa\u00fade foi de 15,1%, contra o aumento de 4,8% registrado para o restante da economia (atividades n\u00e3o sa\u00fade). A diferen\u00e7a de taxas de crescimento entre o setor sa\u00fade e o restante da economia fica muito evidente a partir de 2014, avaliaram os t\u00e9cnicos do IBGE. As atividades relacionadas \u00e0 sa\u00fade ganharam participa\u00e7\u00e3o no total de postos de trabalho no Brasil, passando de 5,3% das ocupa\u00e7\u00f5es, em 2010, para 7,4%, em 2019.\n\nSegundo a sondagem do IBGE, entre 2014 e 2016, houve queda de 5,8% nos postos de trabalho de atividades n\u00e3o sa\u00fade, enquanto as ocupa\u00e7\u00f5es de sa\u00fade cresceram 9,5%. \u201cA partir de 2017, a queda dos postos de trabalho n\u00e3o sa\u00fade foi revertida. Ainda assim, o crescimento das ocupa\u00e7\u00f5es em atividades n\u00e3o sa\u00fade (5,1% de 2016 a 2019) foi inferior ao das atividades relacionadas \u00e0 sa\u00fade (12,5% no mesmo per\u00edodo)\u201d, relatou a pesquisa. Em 2019, as remunera\u00e7\u00f5es do setor sa\u00fade totalizaram R$ 316,3 bilh\u00f5es e corresponderam a 9,8% do total de remunera\u00e7\u00f5es da economia.","post_title":"Despesas com sa\u00fade chegaram a\u00a0R$ 711,4 bilh\u00f5es\u00a0em 2019","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"ibge-despesas-com-saude-chegaram-a-r-7114-bilhoes-em-2019","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2022-04-14 23:29:45","post_modified_gmt":"2022-04-15 02:29:45","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/jornalocontexto.com.br\/?p=18716","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":18277,"post_author":"5","post_date":"2022-04-07 23:28:00","post_date_gmt":"2022-04-08 02:28:00","post_content":"Foi identificado o\u00a0caso de mais uma\u00a0variante do novo coronav\u00edrus no Brasil. O Instituto Butantan informou que encontrou uma pessoa infectada com a subvariante denominada XE, que mistura duas modalidades da \u00d4micron.\n\nO caso foi confirmado\u00a0pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, que divulgou nota anunciando que recebeu a notifica\u00e7\u00e3o do Instituto Butantan. A pasta acrescentou que \u201cmant\u00e9m o constante monitoramento do cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico da covid-19\u201d.\n\nA variante XE \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de duas cepas diferentes da \u00d4micron: BA.1 e BA.2. O primeiro caso foi mapeado na cidade de Londres, em janeiro deste ano. 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Alvim era secret\u00e1rio de Empreendedorismo e Inova\u00e7\u00f5es da pasta.\n\nA solenidade de transmiss\u00e3o de cargo ocorreu no audit\u00f3rio da pasta, no in\u00edcio da tarde. Pontes deixou o cargo para disputar as elei\u00e7\u00f5es em outubro. Ele tentar\u00e1 uma vaga na C\u00e2mara dos Deputados pelo estado de S\u00e3o Paulo. Pela manh\u00e3, no Pal\u00e1cio do Planalto, uma cerim\u00f4nia comandada pelo presidente da Rep\u00fablica marcou a sa\u00edda de 10 ministros de governo, que disputar\u00e3o as elei\u00e7\u00f5es, e a posse dos novos titulares.\n\n\"N\u00f3s s\u00f3 vamos transformar esse pa\u00eds se a gente avan\u00e7ar de forma coesa, integrada e convergente, se avan\u00e7armos em educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia e tecnologia. N\u00e3o existe outro caminho\", afirmou Alvim.\n\nO novo ministro \u00e9 engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e mestre em Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Atua h\u00e1 cerca de 40 anos no setor p\u00fablico, e ocupou diversos cargos, a maioria com foco na \u00e1rea de ci\u00eancia e tecnologia. Foi secret\u00e1rio adjunto no governo do Distrito Federal e chefe do escrit\u00f3rio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em Bras\u00edlia.\n\nPaulo Alvim tem grandes desafios pela frente, especialmente em rela\u00e7\u00e3o a investimentos. O minist\u00e9rio vem tendo o or\u00e7amento achatado ao longo dos \u00faltimos anos. Os recursos dispon\u00edveis para financiamento de bolsas de pesquisa pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), por exemplo, tem cerca de R$ 1,2 bilh\u00e3o de verba este ano. 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No m\u00eas passado, o d\u00e9ficit prim\u00e1rio ficou em R$ 20,619 bilh\u00f5es.\n\nO d\u00e9ficit \u00e9 3,4% inferior ao de fevereiro do ano passado, quando o resultado tinha ficado negativo em R$ 21,339 bilh\u00f5es. O resultado veio levemente melhor que o esperado pelas institui\u00e7\u00f5es financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Minist\u00e9rio da Economia, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 21,743 bilh\u00f5es no m\u00eas passado.\n\nO resultado prim\u00e1rio representa a diferen\u00e7a entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da d\u00edvida p\u00fablica. Apesar do d\u00e9ficit prim\u00e1rio em fevereiro, o Governo Central acumula super\u00e1vit recorde de R$ 55,956 bilh\u00f5es nos dois primeiros meses do ano. Isso foi garantido pelo resultado positivo de R$ 76,539 bilh\u00f5es em janeiro.\n\nA Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias (LDO) estipula meta de d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 170,5 bilh\u00f5es para este ano. Na semana passada, o Relat\u00f3rio Bimestral de Receitas e Despesas reduziu a estimativa de d\u00e9ficit para R$ 66,9 bilh\u00f5es, mas o valor levado em conta para o cumprimento das metas fiscais \u00e9 o da LDO.\n\nArrecada\u00e7\u00e3o at\u00edpica\n\nO resultado de fevereiro deste ano decorreu porque as receitas continuaram a crescer em ritmo maior que as despesas. No m\u00eas passado, as receitas l\u00edquidas cresceram 22,4% em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro do ano passado em valores nominais. Descontada a infla\u00e7\u00e3o, o crescimento ficou em 10,7% acima do \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA). As despesas totais cresceram 17,7% em valores nominais e 6,5% acima do IPCA na mesma compara\u00e7\u00e3o.\n\nNo m\u00eas passado, tr\u00eas fatores impulsionaram o crescimento das receitas. O primeiro foi a arrecada\u00e7\u00e3o recorde registrada em fevereiro, antes do an\u00fancio das desonera\u00e7\u00f5es para combust\u00edveis e para produtos industrializados anunciadas pelo governo.\n\nOs outros dois fatores n\u00e3o est\u00e3o relacionados com a arrecada\u00e7\u00e3o de tributos. No m\u00eas passado, ocorreu o pagamento de R$ 11,35 bilh\u00f5es em concess\u00f5es de infraestrutura de leiloadas ao longo de 2021. Al\u00e9m disso, o pagamento de royalties ajudou os cofres federais.\n\nAs receitas com royalties de petr\u00f3leo cresceram R$ 1,6 bilh\u00e3o (+38,7%) acima do IPCA em fevereiro na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, por causa da valoriza\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel no mercado internacional. Atualmente, a cota\u00e7\u00e3o do barril internacional est\u00e1 no maior n\u00edvel em 14 anos por causa da guerra entre R\u00fassia e Ucr\u00e2nia.\n\nDespesas\n\nDo lado das despesas, aumentaram os gastos com despesas obrigat\u00f3rias com controle de fluxo, que subiram R$ 3,9 bilh\u00f5es (+28,4%) acima da infla\u00e7\u00e3o em fevereiro na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2021. No acumulado do ano, o aumento chega a R$ 9,6 bilh\u00f5es (+39,4%) acima do IPCA. A alta foi impulsionada pelo pagamento do benef\u00edcio m\u00ednimo de R$ 400 do Aux\u00edlio Brasil.\n\nEm contrapartida, os gastos com o funcionalismo federal ca\u00edram 8,1% no acumulado do ano descontada a infla\u00e7\u00e3o, refletindo o congelamento de sal\u00e1rios dos servidores p\u00fablicos que vigorou entre junho de 2020 e dezembro de 2021. As despesas com a Previd\u00eancia Social recuaram 0,8%, tamb\u00e9m considerando a infla\u00e7\u00e3o, por causa da reforma aprovada em 2019.\n\nEm rela\u00e7\u00e3o aos investimentos (obras p\u00fablicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 3,08 bilh\u00f5es nos dois primeiros meses do ano, alta de 52,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2021, descontada a infla\u00e7\u00e3o pelo IPCA. A alta ocorre perante uma base fraca de compara\u00e7\u00e3o. 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\nA Mega Sena est\u00e1 acumulada. Com isso, segundo estimativas da Caixa, o pr\u00eamio do concurso 2474, a ser sorteado neste s\u00e1bado (23) no Espa\u00e7o da Sorte, em S\u00e3o Paulo, dever\u00e1 ser de R$ 8,5 milh\u00f5es.
<\/p>\n\n\n\n
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50 e a chance de ganhar \u00e9 uma em 50.063.860. J\u00e1 a aposta m\u00e1xima, de 15 n\u00fameros \u2013 que custa R$ 22.522,50 \u2013 d\u00e1 uma chance de ganhar em 10.003.<\/p>\n\n\n\n
As apostas podem ser feitas at\u00e9 as 19h (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), nas lot\u00e9ricas credenciadas pela Caixa, em todo o pa\u00eds ou pela internet<\/a>.<\/p>\n","post_title":"Mega-Sena: Caixa sorteia hoje pr\u00eamio de R$ 8,5 milh\u00f5es","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"mega-sena-caixa-sorteia-hoje-premio-de-r-85-milhoes","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2022-04-23 11:50:09","post_modified_gmt":"2022-04-23 14:50:09","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/jornalocontexto.com.br\/?p=19439","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":18716,"post_author":"5","post_date":"2022-04-14 14:42:18","post_date_gmt":"2022-04-14 17:42:18","post_content":"As despesas com consumo final de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade no Brasil corresponderam a 9,6% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e produtos fabricados no pa\u00eds) em 2019, sendo 3,8% gastos do governo e 5,8% despesas das fam\u00edlias e de institui\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos a servi\u00e7o das fam\u00edlias (IFSL), totalizando R$ 711,4 bilh\u00f5es. As despesas de consumo do governo com sa\u00fade somaram R$ 283,61 bilh\u00f5es, enquanto as fam\u00edlias e as IFSL ficaram com R$ 427,8 bilh\u00f5es.\n\nA maior despesa por parte do governo foi identificada na sa\u00fade p\u00fablica (3,1%), enquanto da parte das fam\u00edlias o maior gasto ficou com a sa\u00fade privada (3,8%). Os dados s\u00e3o da pesquisa Conta-Sat\u00e9lite de Sa\u00fade, divulgada nesta quinta-feira (14\/04), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).\n\nEm 2010, o consumo final de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade representava 8% do PIB, sendo 4,4% de participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias e 3,6% do governo. Desde 2015, a participa\u00e7\u00e3o do setor sa\u00fade no PIB nacional se mant\u00e9m em n\u00edvel superior a 9% ao ano.\n\nEm compara\u00e7\u00e3o a 13 pa\u00edses selecionados da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), o Brasil \u00e9 o \u00fanico que apresenta maior percentual do consumo em sa\u00fade no PIB proveniente das fam\u00edlias e o segundo que det\u00e9m a menor participa\u00e7\u00e3o da despesa com sa\u00fade do governo como propor\u00e7\u00e3o do PIB, depois do M\u00e9xico (2,7%). As maiores despesas do governo com sa\u00fade no PIB s\u00e3o mostradas pela Alemanha (9,9%), Fran\u00e7a e Jap\u00e3o (9,3%, cada), Reino Unido (8%), Canad\u00e1 (7,6%) e Su\u00ed\u00e7a (7,5%).\n\nSegundo o estudo, a despesa per capita\u00a0do governo com consumo de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade alcan\u00e7ou R$ 1.349,60, em 2019, enquanto a despesa per capita\u00a0das fam\u00edlias e IFSL com sa\u00fade foi de R$ 2.035,60. Nas duas abordagens, foi registrado crescimento ao longo do tempo, desde 2010, quando o gasto p\u00fablico por habitante era de R$ 716,9 e das fam\u00edlias era de R$ 870,9.\n\nO principal gasto das fam\u00edlias com sa\u00fade foi com servi\u00e7os de sa\u00fade privada, que incluem despesas com m\u00e9dicos e planos de sa\u00fade. Essa despesa respondeu por 67,5% do total das despesas de consumo final de sa\u00fade das fam\u00edlias em 2019.\n\nExtens\u00e3o\n\nA Conta-Sat\u00e9lite de Sa\u00fade \u00e9 uma das extens\u00f5es do Sistema de Contas Nacionais que permite a elabora\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises sobre o perfil e a evolu\u00e7\u00e3o do setor de sa\u00fade, de forma compar\u00e1vel ao total da economia medido pelas Contas Nacionais. A pesquisa resulta de esfor\u00e7os interinstitucionais desenvolvidos com a Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA), a Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS) e o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.\n\nNo consumo final das fam\u00edlias\u00a0em 2019, o destaque foi para sa\u00fade privada (R$ 282,67 bilh\u00f5es) e medicamentos para uso humano (R$ 122,74 bilh\u00f5es), o que\u00a0correspondeu\u00a0a 29,3% das despesas com sa\u00fade das fam\u00edlias naquele ano. Do lado do governo, o produto de maior despesa foi a sa\u00fade p\u00fablica, com R$ 225,89 bilh\u00f5es. Os gastos com medicamentos distribu\u00eddos pelo governo totalizaram R$ 9,3 bilh\u00f5es (3,3% da despesa de consumo final com sa\u00fade do governo), em 2019, aponta a pesquisa.\n\nOs t\u00e9cnicos do IBGE observaram, contudo, que a despesa de consumo do governo n\u00e3o inclui os subs\u00eddios do Programa Farm\u00e1cia Popular, cujo objetivo \u00e9 fornecer \u00e0 popula\u00e7\u00e3o medicamentos a um custo menor que o de mercado. Em 2019, esse programa totalizou despesas de R$ 2,3 bilh\u00f5es, o que significa queda nominal de 17,2% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mesmas despesas efetuadas em 2017, quando atingiram o valor nominal m\u00e1ximo na s\u00e9rie de R$ 2,8 bilh\u00f5es.\n\nOscila\u00e7\u00e3o\n\nEm 2019, a participa\u00e7\u00e3o das atividades de sa\u00fade no total das remunera\u00e7\u00f5es alcan\u00e7ava 9,8%, contra 8,3% em 2010; a participa\u00e7\u00e3o das atividades de sa\u00fade no total de ocupa\u00e7\u00f5es somou 7,4%, em 2019, mostrando expans\u00e3o ante os 5,3% registrados em 2010.\n\nA pesquisa mostra que o consumo final de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade em termos de volume n\u00e3o vem se mantendo ao longo do conjunto de anos analisado, oscilando para cima ou para baixo em anos de crise econ\u00f4mica: em 2011, o consumo com sa\u00fade cresceu 3,6%, contra 4,3% do consumo n\u00e3o sa\u00fade (todos os demais bens e servi\u00e7os da economia).\n\nEm 2019, os aumentos foram de 1% e 2%, respectivamente. Considerando a varia\u00e7\u00e3o em volume do consumo em sa\u00fade das fam\u00edlias, os n\u00fameros obtidos em 2011 foram expans\u00e3o de 4,4%, para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade, e de 5,1% para bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade. Em 2019, a evolu\u00e7\u00e3o foi de 0,8% e 2,8%, respectivamente.\n\nA an\u00e1lise do lado do governo, por sua vez, mostra que o aumento do consumo com sa\u00fade foi de 2,7% para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade e de 2% para bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade, em 2011. Em 2019, houve varia\u00e7\u00e3o positiva de 1,3% para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade e queda de 0,9% para bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade.\n\nOs pesquisadores do IBGE chamaram a aten\u00e7\u00e3o que, na m\u00e9dia, para o per\u00edodo 2011\/2019, as varia\u00e7\u00f5es ao ano alcan\u00e7aram 1,7% e 1,2% para bens e servi\u00e7os de sa\u00fade e bens e servi\u00e7os n\u00e3o sa\u00fade, respectivamente.\n\nImporta\u00e7\u00e3o\n\nA pesquisa revela que os produtos relacionados \u00e0 sa\u00fade tiveram baixa participa\u00e7\u00e3o no com\u00e9rcio exterior de bens e servi\u00e7os, correspondendo a apenas 0,8% da demanda total de exporta\u00e7\u00e3o e a 5,3% das importa\u00e7\u00f5es, em 2019. Nesse ano, a importa\u00e7\u00e3o de medicamentos para uso humano foi de R$ 28,3 bilh\u00f5es, ou o equivalente a 26,8% da oferta total desses produtos.\n\nAs importa\u00e7\u00f5es de farmoqu\u00edmicos (princ\u00edpios ativos usados na produ\u00e7\u00e3o de medicamentos) representaram 88,1% da oferta total em 2019, totalizando R$ 9,2 bilh\u00f5es. Outro grupo com participa\u00e7\u00e3o importante das importa\u00e7\u00f5es na oferta total foram outros materiais para uso m\u00e9dico, odontol\u00f3gico e \u00f3ptico, inclusive pr\u00f3teses, com 31,2%, em 2019 (R$ 5,7 bilh\u00f5es).\n\nEm 2010, o valor adicionado pelas atividades de sa\u00fade foi de R$ 202,3 bilh\u00f5es, correspondendo a 6,1% do valor adicionado bruto (VAB) total da economia. Em 2019, o valor adicionado bruto (VAB) das atividades de sa\u00fade foi de R$ 497,1 bilh\u00f5es, ou o equivalente a 7,8% do total da economia. O VAB \u00e9 uma medida de gera\u00e7\u00e3o de renda em cada atividade econ\u00f4mica, em um determinado per\u00edodo. O maior aumento de participa\u00e7\u00e3o foi registrado pela atividade sa\u00fade privada, que passou de 2,1% do VAB total da economia, em 2010, para 3,2%, em 2019. J\u00e1 a atividade sa\u00fade p\u00fablica manteve m\u00e9dia de participa\u00e7\u00e3o de 2,2% no VAB total da economia.\n\nOcupa\u00e7\u00f5es\n\nEm termos de ocupa\u00e7\u00f5es, as atividades relacionadas \u00e0 sa\u00fade, englobando fabrica\u00e7\u00e3o de produtos farmac\u00eauticos, fabrica\u00e7\u00e3o de instrumentos e material m\u00e9dico, odontol\u00f3gico e \u00f3ptico, e com\u00e9rcio de produtos farmac\u00eauticos, perfumaria e m\u00e9dico-odontol\u00f3gicos, tiveram expans\u00e3o de 49,2% entre 2010 e 2019, enquanto na sa\u00fade privada o aumento foi de 62,9%. J\u00e1 os postos de trabalho das atividades n\u00e3o sa\u00fade apresentaram evolu\u00e7\u00e3o de 5,7%.\n\nEntre 2011 e 2019, o crescimento acumulado das atividades de sa\u00fade foi de 15,1%, contra o aumento de 4,8% registrado para o restante da economia (atividades n\u00e3o sa\u00fade). A diferen\u00e7a de taxas de crescimento entre o setor sa\u00fade e o restante da economia fica muito evidente a partir de 2014, avaliaram os t\u00e9cnicos do IBGE. As atividades relacionadas \u00e0 sa\u00fade ganharam participa\u00e7\u00e3o no total de postos de trabalho no Brasil, passando de 5,3% das ocupa\u00e7\u00f5es, em 2010, para 7,4%, em 2019.\n\nSegundo a sondagem do IBGE, entre 2014 e 2016, houve queda de 5,8% nos postos de trabalho de atividades n\u00e3o sa\u00fade, enquanto as ocupa\u00e7\u00f5es de sa\u00fade cresceram 9,5%. \u201cA partir de 2017, a queda dos postos de trabalho n\u00e3o sa\u00fade foi revertida. Ainda assim, o crescimento das ocupa\u00e7\u00f5es em atividades n\u00e3o sa\u00fade (5,1% de 2016 a 2019) foi inferior ao das atividades relacionadas \u00e0 sa\u00fade (12,5% no mesmo per\u00edodo)\u201d, relatou a pesquisa. Em 2019, as remunera\u00e7\u00f5es do setor sa\u00fade totalizaram R$ 316,3 bilh\u00f5es e corresponderam a 9,8% do total de remunera\u00e7\u00f5es da economia.","post_title":"Despesas com sa\u00fade chegaram a\u00a0R$ 711,4 bilh\u00f5es\u00a0em 2019","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"ibge-despesas-com-saude-chegaram-a-r-7114-bilhoes-em-2019","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2022-04-14 23:29:45","post_modified_gmt":"2022-04-15 02:29:45","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/jornalocontexto.com.br\/?p=18716","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":18277,"post_author":"5","post_date":"2022-04-07 23:28:00","post_date_gmt":"2022-04-08 02:28:00","post_content":"Foi identificado o\u00a0caso de mais uma\u00a0variante do novo coronav\u00edrus no Brasil. O Instituto Butantan informou que encontrou uma pessoa infectada com a subvariante denominada XE, que mistura duas modalidades da \u00d4micron.\n\nO caso foi confirmado\u00a0pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, que divulgou nota anunciando que recebeu a notifica\u00e7\u00e3o do Instituto Butantan. A pasta acrescentou que \u201cmant\u00e9m o constante monitoramento do cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico da covid-19\u201d.\n\nA variante XE \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de duas cepas diferentes da \u00d4micron: BA.1 e BA.2. O primeiro caso foi mapeado na cidade de Londres, em janeiro deste ano. 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Alvim era secret\u00e1rio de Empreendedorismo e Inova\u00e7\u00f5es da pasta.\n\nA solenidade de transmiss\u00e3o de cargo ocorreu no audit\u00f3rio da pasta, no in\u00edcio da tarde. Pontes deixou o cargo para disputar as elei\u00e7\u00f5es em outubro. Ele tentar\u00e1 uma vaga na C\u00e2mara dos Deputados pelo estado de S\u00e3o Paulo. Pela manh\u00e3, no Pal\u00e1cio do Planalto, uma cerim\u00f4nia comandada pelo presidente da Rep\u00fablica marcou a sa\u00edda de 10 ministros de governo, que disputar\u00e3o as elei\u00e7\u00f5es, e a posse dos novos titulares.\n\n\"N\u00f3s s\u00f3 vamos transformar esse pa\u00eds se a gente avan\u00e7ar de forma coesa, integrada e convergente, se avan\u00e7armos em educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia e tecnologia. N\u00e3o existe outro caminho\", afirmou Alvim.\n\nO novo ministro \u00e9 engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e mestre em Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Atua h\u00e1 cerca de 40 anos no setor p\u00fablico, e ocupou diversos cargos, a maioria com foco na \u00e1rea de ci\u00eancia e tecnologia. Foi secret\u00e1rio adjunto no governo do Distrito Federal e chefe do escrit\u00f3rio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em Bras\u00edlia.\n\nPaulo Alvim tem grandes desafios pela frente, especialmente em rela\u00e7\u00e3o a investimentos. O minist\u00e9rio vem tendo o or\u00e7amento achatado ao longo dos \u00faltimos anos. Os recursos dispon\u00edveis para financiamento de bolsas de pesquisa pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), por exemplo, tem cerca de R$ 1,2 bilh\u00e3o de verba este ano. O valor representa a metade do que se tinha na compara\u00e7\u00e3o com as d\u00e9cadas passadas.\n\nSobre esse tema, o ex-ministro Marcos Pontes afirmou, em seu discurso de despedida, que conseguiu manter em dia todas as bolsas do CNPq. \"A gente conseguiu preservar isso da\u00ed\", disse.\n\nMarcos Pontes fez um longo balan\u00e7o de sua gest\u00e3o na pasta e destacou a atua\u00e7\u00e3o do minist\u00e9rio durante a pandemia, especialmente na produ\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de uma vacina 100% nacional. \"Eu tenho orgulho de dizer que o Brasil tem, a partir desse ano, independ\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de vacinas, justo o ano do bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia. Isso \u00e9 uma coisa pra gente comemorar e que foi gra\u00e7as aos nossos cientistas aqui do Brasil\", afirmou.","post_title":"Minist\u00e9rio de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00f5es tem novo ministro","post_excerpt":"","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"open","post_password":"","post_name":"paulo-alvim-assume-ministerio-de-ciencia-tecnologia-e-inovacoes","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2022-04-01 00:07:02","post_modified_gmt":"2022-04-01 03:07:02","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/jornalocontexto.com.br\/?p=17785","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":17663,"post_author":"5","post_date":"2022-03-30 16:41:35","post_date_gmt":"2022-03-30 19:41:35","post_content":"Depois do super\u00e1vit recorde em janeiro, as contas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previd\u00eancia Social e Banco Central) voltaram a ficar negativas em fevereiro. No m\u00eas passado, o d\u00e9ficit prim\u00e1rio ficou em R$ 20,619 bilh\u00f5es.\n\nO d\u00e9ficit \u00e9 3,4% inferior ao de fevereiro do ano passado, quando o resultado tinha ficado negativo em R$ 21,339 bilh\u00f5es. O resultado veio levemente melhor que o esperado pelas institui\u00e7\u00f5es financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Minist\u00e9rio da Economia, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 21,743 bilh\u00f5es no m\u00eas passado.\n\nO resultado prim\u00e1rio representa a diferen\u00e7a entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da d\u00edvida p\u00fablica. Apesar do d\u00e9ficit prim\u00e1rio em fevereiro, o Governo Central acumula super\u00e1vit recorde de R$ 55,956 bilh\u00f5es nos dois primeiros meses do ano. Isso foi garantido pelo resultado positivo de R$ 76,539 bilh\u00f5es em janeiro.\n\nA Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias (LDO) estipula meta de d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 170,5 bilh\u00f5es para este ano. Na semana passada, o Relat\u00f3rio Bimestral de Receitas e Despesas reduziu a estimativa de d\u00e9ficit para R$ 66,9 bilh\u00f5es, mas o valor levado em conta para o cumprimento das metas fiscais \u00e9 o da LDO.\n\nArrecada\u00e7\u00e3o at\u00edpica\n\nO resultado de fevereiro deste ano decorreu porque as receitas continuaram a crescer em ritmo maior que as despesas. No m\u00eas passado, as receitas l\u00edquidas cresceram 22,4% em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro do ano passado em valores nominais. Descontada a infla\u00e7\u00e3o, o crescimento ficou em 10,7% acima do \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA). 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