Maricá foi oficialmente reconhecida como a “Cidade do Livro” após a sanção da Lei nº 3.744 pelo prefeito Washington Quaquá. Esta medida destaca os esforços do município na promoção da leitura, literatura e difusão cultural, sublinhando o papel da Festa Literária Internacional de Maricá (FLIM) como um evento significativo no calendário local.
A FLIM, com suas dez edições, consolidou-se como um dos principais eventos literários no estado do Rio de Janeiro, reunindo estudantes, educadores, escritores e a comunidade em geral. A programação variada inclui literatura, mostras pedagógicas, oficinas, exposições e apresentações culturais, conforme destacou o secretário de Educação, Rodrigo Moura.
O título conferido à cidade integra agora o patrimônio cultural imaterial de Maricá, podendo ser utilizado em campanhas e eventos institucionais. Políticas públicas e programas de incentivo à leitura e bibliotecas comunitárias serão paulatinamente implementados. Segundo Sady Bianchin, secretário de Cultura e das Utopias, essa iniciativa reforça o compromisso do município com o conhecimento e desenvolvimento pessoal.
Maricá também investe continuamente em estruturas dedicadas à leitura. A rede municipal de ensino oferece 14 bibliotecas e 38 salas de leitura, além de aproximadamente 500 salas de aula com espaços dedicados à literatura. Duas bibliotecas públicas funcionam durante a semana, oferecendo ambientes para estudo e pesquisa. A Biblioteca Pública Municipal Professora Leonor Leite Bastos de Souza dispõe de mais de 14 mil volumes no Centro, enquanto a Biblioteca Lima Barreto, no bairro Mumbuca, possui um acervo de cerca de 1.800 livros.
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