Na terça-feira (11/08), ocorreu em Copacabana uma reunião promovida pela Associação Movimento Cidadão Presente (AMCP), reunindo mais de 120 pessoas, incluindo moradores, representantes de órgãos de segurança e autoridades municipais. O encontro teve como objetivo discutir questões de segurança e desordem no bairro.
Durante a reunião, que se estendeu por três horas no B&B HOTEL Rio Copacabana Forte, foram abordados temas como a situação da população de rua, segurança pública, ordenamento urbano, a desordem na orla e problemas relacionados à linha de ônibus 474. Moradores insatisfeitos relataram que a linha termina em frente ao Shopping Cassino Atlântico, causando transtornos. Os vereadores Talita Galhardo (PSDB) e Rogério Amorim (PL) prometeram buscar soluções junto à Prefeitura.
Na ocasião, Talita Galhardo destacou a necessidade de remanejar o ponto final da linha 474 para minimizar impacto na região. Ela afirmou ter enviado um ofício à Secretaria Municipal de Transportes solicitando ações. Rogério Amorim também expressou preocupação com os problemas gerados pela linha de ônibus e a desordem na área, comprometendo-se a pressionar as autoridades por melhorias.
A reunião foi organizada seguindo um encontro anterior do Conselho de Segurança, que terminou em tumulto e discussão. Talita Galhardo manifestou descontentamento com a ausência do subprefeito da Zona Sul, Pedro Angelito, e enfatizou a importância da presença de autoridade locais para resolver as questões do bairro.
Lucia Ungierowicz, presidente da AMCP, destacou o papel crucial das autoridades no ordenamento de Copacabana. Bruno Santos, gestor do bairro, reforçou a relevância da reunião pela diversidade de participantes comprometidos em solucionar os problemas locais.
Ao final, Flávia Homsy, vice-presidente da AMCP, entregou abaixo-assinados à vereadora Talita Galhardo, solicitando ações para resolver questões de desordem e perturbação. O encontro foi um passo inicial para monitorar e cobrar providências dos órgãos competentes. Está prevista uma nova reunião em dois meses para avaliar o progresso das iniciativas discutidas.
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