Fraudes em azeite de oliva estimulam busca por testes caseiros de autenticidade

Foto: Divulgação/Reprodução
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Frequente Alvo de Fraudes, Azeite de Oliva Exige Cuidados na Escolha e Armazenagem

O azeite de oliva, conhecido por sua associação a uma alimentação balanceada, frequentemente enfrenta problemas de adulteração devido ao seu alto valor de mercado. Produtos anunciados como “extra virgem” podem, na verdade, conter misturas de óleos mais baratos ou de qualidade inferior.

A principal motivação por trás dessas fraudes é econômica. A produção de azeite extra virgem demanda matéria-prima de alta qualidade, processos de extração controlados e cuidados no armazenamento, o que eleva o custo em comparação com óleos como soja, milho ou girassol. Com isso, surgem casos em que azeites são misturados a óleos mais baratos, ou rotulados de maneira inadequada.

Um método caseiro popular para verificar a pureza do azeite é o teste do congelador, que sugere observar a alteração na consistência do produto em baixas temperaturas. Devido às suas gorduras monoinsaturadas, o azeite legítimo tende a se espessar, enquanto óleos refinados permanecem líquidos. No entanto, este teste é apenas indicativo e não substitui análises laboratoriais.

Para detectar possíveis adulterações, é recomendável observar atentamente o rótulo, a embalagem e características sensoriais do produto. Desconfie de preços muito inferiores ao mercado e prefira marcas de confiança, além de consultar informações de órgãos de defesa do consumidor. Após a compra, é essencial armazenar adequadamente o azeite, mantendo-o bem fechado, longe de luz e calor, para preservar sua qualidade e benefícios nutricionais.


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